O Tondela continua isolado na liderança da 2ª. Liga e voltará a ser testado, este sábado, pelas 11 horas, desta feita pelo Feirense em mais uma ronda do campeonato. Os auriverdes, neste sentido, não vão relaxar perante o cair do pano da Liga Meu Super. O técnico Luís Pinto frisou a necessidade de "melhorar a identidade" da equipa. 

"Estamos a entrar na reta final do campeonato, mas o nosso foco tem de ser aquilo que nos trouxe até aqui, o importante é o jogo, não estarmos no final. Só nós podemos ter um rendimento ao mais alto nível, o foco tem de estar na procurar de perceber o que o nosso adversário pode dar e tentar seguir o nosso plano, melhorando a nossa identidade", analisou o jovem treinador, de 36 anos, relembrando que os fogaceiros criaram "bastantes dificuldades na 1ª volta": "Na altura ainda não tinha uma sequência muito boa de resultados e disse que gostava do processo e intenções deles. Comprovaram-se as dificuldades, mas a necessidade é de olhar para dentro, para procurar melhorar constantemente e olhar para o que foi o nosso último jogo, para evoluir neste sentido. Vai exigir muito de nós e o melhor nível, temos de ter a capacidade de centrar e focar o que é realmente importante, que é prepararmo-nos para o pior e fazer o que tem de ser feito. A procura pela melhoria tem de ser constante."

É neste sentido que Luís Pinto quer concentrar-se em continuar a dar passos de progresso e blindar o plantel ao ruído exterior face à possibilidade de subida de escalão. "O foco é a continuidade do nosso processo porque acreditamos que ainda há várias coisas que podemos melhorar. O nosso objetivo é esse mesmo, jogar com coragem, atitude e a humildade vai bater nisso: as expectativas não existem, existe sim o presente. A nossa identidade estará presente, a reta final não interessa para nada", afirmou.

Terminando, também, com um apelo aos adeptos para "tentarem fazer a melhor casa da época" no Estádio João Cardoso: "Este é um sentimento transversal em Tondela, espero que marquem presença todos os adeptos que puderem. Queremos o estádio cheio, com todos imbuídos no espírito e a puxar pela equipa", concluiu Luís Pinto.