
Sem espaço na KTM, Jack Miller voltou a uma equipa satélite no MotoGP este ano, rumando à Prima Pramac Yamaha – com uma moto que era inferior à RC16. No entanto, neste início de época está a fazer resultados e desempenhos ao mesmo nível da sua equipa anterior.
Por outro lado, houve quem criticasse o australiano e achasse que já não merecia estar no pelotão. Depois do GP das Américas, Miller comentou o assunto: ‘Acredito firmemente que tenho mais para dar. É assim que o mundo é por vezes, mas não posso ficar zangado. Agarro a oportunidade e tento aproveitá-la ao máximo. E é o que estamos a fazer, estou a desfrutar muito do meu tempo na Pramac e do ambiente’.
Em Austin, Miller voltou a ser o melhor piloto Yamaha em pista, com o quinto lugar – um resultado que o deixou satisfeito não só pela vertente desportiva, como também por ver o que significou para a Pramac:
–Ver o quão contentes todos estavam com o top cinco foi mesmo bom, e senti que ainda lhes quero dar mais, e nós ainda queremos ficar cada vez mais perto. Mas esta corrida foi boa. Então, pegas nas vitórias quando as tens – as pequenas vitórias. E tentaremos manter o ímpeto. Tentamos manter o ímpeto e continuar.